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De que forma evitar a rejeição da nota fiscal?

Notas fiscais são documentos extremamente importantes e estão presentes na rotina de muitas empresas, uma vez que são elas que comprovam a realização de operações de compra e venda de produtos e serviços. Entretanto, motivos como a falta de atenção ou problemas no sistema podem resultar em erros durante a emissão, fazendo com que a nota seja rejeitada e problemas sejam criados para você e sua empresa. Como podem ocorrer por diversas razões, as rejeições são de vários tipos e, portanto, são identificadas por números. Saiba abaixo quais são as principais causas de rejeições e de que forma evita-las!

Uma das mais recorrentes é a rejeição 733, que ocorre em virtude de erros no número de identificação da natureza da transação. Ou seja, quando o InDest (Operação de Destino) da nota for diferente de 1 e o CFOP (Código Fiscal de Operações e Prestações) for estadual. Para evitar esse tipo de erro, é necessário se atentar ao dígito inicial do CFOP, pois ele indica a natureza da transação. Para transações dentro de um mesmo estado, o dígito inicial será 1 ou 5; já para aquelas que ocorrem entre dois estados diferentes, os números que aparecem no começo são 2 ou 6, e, por fim, no caso de transações com outros países, esses dígitos são o 3 ou o 7.

A rejeição 203 acontece nos casos em que o emitente não está habilitado para emitir notas fiscais eletrônicas, seja por se tratar de uma empresa nova cujo cadastro não foi completado na SEFAZ, seja por pendências de empresas já emitentes ou por erros no sistema. Buscando evitar que tal rejeição aconteça, é sempre necessária a verificação da conformidade dos dados cadastrais no SINTEGRA para que a emissão seja habilitada.

Outra rejeição comum é a 327. Ela ocorre em notas com finalidade de devolução de mercadorias por um erro no CFOP que o torna inválido para tal fim. Para evitar erros dessa natureza, a atenção ao código é imprescindível, uma vez que para esse tipo de operação deve estar especificada a finalidade.

A rejeição 602 diz respeito ao erro no valor do PIS, o que faz com que esse seja diferente do valor encontrado no somatório dos itens sujeitos à cobrança do ICMS. Para prevenir que tal rejeição venha a acontecer, é necessário realizar a soma com atenção, sem realizar arredondamentos pois ambos os valores devem ser iguais.

Um outro problema que pode ocorrer é a rejeição 539, quando a nota emitida possui dados como modelo, série e CNPJ, iguais ao de uma nota já autorizada, diferenciando-se entre si apenas pela chave de acesso. Nesse caso, diz-se que há uma duplicidade de NF-e com diferença na chave de acesso, e para evitar que aconteça, é recomendado pela SEFAZ que se utilize numerações diferentes para a emissão normal e a Contingência.

A rejeição 234 acontece quando a Inscrição Estadual do Destinatário da nota não está vinculado ao seu CNPJ, podendo ser evitada através da conferência desses dados no SINTEGRA ou no Cadastro Centralizado de Contribuintes, evitando assim tal problema.

Por fim, uma rejeição muito simples e bastante comum é a rejeição 217, que acontece quando a nota fiscal não é encontrada na base de dados da SEFAZ, seja pela pesquisa da chave de acesso da nota no ambiente errado (Homologação em vez de Produção e vice-versa), seja pelo fato de a nota não estar autorizada quando é pesquisada. Em geral, esse tipo de problema é facilmente resolvido pela reemissão da nota.

Uma opção para se prevenir contra problemas de rejeição de notas fiscais da sua empresa é a utilização de um sistema de emissão de notas fiscais moderno e completo como o da Otimizou.

Além de livrar sua empresa de preocupações, a Otimizou conta com vários planos para atender a todos os tamanhos de empresas, de acordo com o número de emissões feitas por mês, sendo possível, inclusive, obter a gratuidade do serviço caso a emissão realizada seja inferior a dez notas mensais. Através desse sistema, as notas podem ser emitidas com apenas 5 cliques, documentando as transações de forma rápida e fácil.

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